A primeira fala foi do vice-presidente do DNI Américas, Juan Fumeiro, para uma análise de conjuntura da região latino-americana e caribenha e dos movimentos internacionais e regionais de defesa dos direitos da criança e do adolescente.
A segunda exposição da mesa de abertura foi do coordenador do Programa de Pós-gradiação e Segurança Pública e Direitos Humanos da UFRO e associado do Cedeca Maria dos Anjos (RO), Vinicius Valentin Miguel, que fez uma análise de conjuntura dos direitos da criança e do adolescente do Brasil e da sociedade civil.
A pesquisadora Tatiane Cardoso compartilhou os resultados preliminares de uma pesquisa realizada para a Anced/ Seção DCI Brasil em três cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol – Manaus, São Paulo e Belo Horizonte – sobre as políticas públicas no contexto do mega evento esportivo.
A representante do Cedeca Bahia, Luciana Reis, destacou como um dos pontos altos da primeira mesa da Assembleia a fala de Juan Fumeiro. “Quando ele trouxe a análise da dificuldade dos governos reconhecerem o papel da sociedade civil como elemento do controle democrático”, apontou como um dos momentos de destaque. José Ricardo, representante do Cendhec, disse que ouvir a exposição do vice-presidente do DNI Américas deu a ele a percepção de que “a luta não é isolada e que a necessidade de ampliar o diálogo sobre as violações de direitos está em toda a América Latina”. “É a luta de um continente”, completou.

